Como viver a justiça: o que o tribunal egípcio após a morte revela sobre o seu coração
Inscreva-se no Congresso Jurídico Online “Dignidade Humana em Ação: direitos, deveres e responsabilidade social”: https://acropole.org.br/lp/congressojuridico/ Como viver a justiça no dia a dia filosofia — essa é uma das perguntas mais antigas e mais urgentes da humanidade. E a resposta vai muito além dos tribunais, das leis e dos seus direitos. Nesta palestra, a Prof. Karla Lacombe da Nova Acrópole apresenta três visões filosóficas que ampliam radicalmente o conceito de justiça: a deusa grega Têmis, símbolo da justiça baseada em leis e normas sociais; a deusa egípcia Maat, que representa a justiça como harmonia cósmica e força natural do universo; e o conceito de Platão em A República, onde justiça é "dar a cada um o que lhe é de direito, conforme a sua natureza e os seus atos." A palestra revela por que chamamos de injusto aquilo que simplesmente não aconteceu como gostaríamos — e como essa confusão gera um estado crônico de insatisfação. Quando entendemos que as coisas são o que são, fruto de causas e efeitos, começamos a exercer uma justiça mais profunda: conosco mesmos, com os outros e com a vida. Três dicas práticas encerram a conversa: conhecer a si mesmo e ter princípios claros; ser justo com a natureza de tudo e todos ao redor; e reconhecer a justiça que já existe na própria vida, mesmo quando ela é invisível aos olhos da emoção. Como viver a justiça no dia a dia filosofia não é uma questão de seguir regras — é um exercício de inteligência, vontade e autoconhecimento. 📌 CAPÍTULOS: 0:00 — Introdução: o mundo é justo ou injusto? 1:30 — Têmis: a justiça das leis e das normas sociais 4:00 — Maat: a justiça como lei cósmica e harmonia universal 7:30 — O tribunal de Osíris e o peso do coração 11:00 — A confissão negativa e a inteligência da alma 14:00 — Platão e o conceito profundo de justiça 17:30 — Dar a cada um o que lhe é de direito — o que isso significa na prática 21:00 — 3 dicas para viver a justiça no dia a dia 25:00 — Justiça e felicidade: a concl